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Engenharia de manutenção, diagnóstica e estrutural

Diagnóstico estrutural

O concreto protege as armaduras contra a corrosão devido ao elevado Ph e á formação de uma elevada de uma película protetora sobre a superfície do aço, alguns estudos sustentam a idéia que a perda desta proteção em um ambiente urbano é dê 1mm/ano, logo um edifício com cobrimento de suas vigas e pilares de 30mm já estaria com suas armaduras em processo corrosivo após 30 anos de utilização, sendo notado visualmente após alguns anos com o desplacamento doconcreto.
A corrosão, quando é ignorada ou pior, quando é maltradada, cada vez mais compromete a estrutura... 
O NOSSO PROCEDIMENTO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Todas as estruturas de concreto armado sejam edificações, pontes, piers, etc, sujeitas ao ambiente urbano, marítimo ou industrial, entram em estado de corrosão. Umas mais intensas que  outras. Este tipo de corrosão - induzida principalmente por cloretos provoca o desplacamento da camada de recobrimento das armaduras, expondo-as a um estado de corrosão acentuado.
O metódo convencional de recuperação do concreto armado prevê o corte do concreto nas regiões com desplacamentos ou com fissuramentos, provocados pelas fortes tensões de tração, introduzidas na camada de recobrimento pelas barras em estado de expansão, limpeza, desoxidação, colmatação das armaduras com resina polimérica e, finalmente, a aplicação da argamassa/concreto de recuperação. No entanto, esta tradicional forma de trabalhar impedirá a corrosão futura na região recuperada? já sabemos que não.
O único processo que interrompe a corrosão no concreto armado é a proteção catódica, para tanto é necessário realizar algumas análises na estrutura, para adotarmos o melhor tratamento da estrutura.
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A carbonatação ocorre em todas as superfícies de concreto com cimento porland. O dioxido de carbono no ar ou na água, reage com as substançias da pasta de cimento endurecido para formar carbonatos sendo o principal, o carbonato de cálcio
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Estes testes é feito periodicamente para se testar a evolução do grau de contaminação do concreto armado ou como fator decisivo no planejamento da extensão do corte do concreto contaminado.
A penetração de íons cloretos quebram a proteção da película protetora, tornando-se a maior causa da corrosão nas armaduras.
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 Para se avaliar a possibilidade da existência de corrosão nas armaduras do concreto além da extensão deste dano, usa-se comumente, em todo o mundo, um equipamento chamado semi-pilha ou semi-célula, com base na norma.
ASTM C876 (Standard test method for corrosion potentials of uncoated reinforcing steel in concrete), método padrão para obtenção de potenciais de corrosão, com uso da semi-pilha, em armaduras de concreto.
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Se realiza uma medição no início do tratamento da armadura e após 4 horas após a conclusão do procedimento se repete a medição.
A medição correlaciona a polarização necessária à concentração de íons cloretos.
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A medição de resistividade da superfície fornece informações extremamente  úteis acerca de uma estrutura de concreto. Não só ficou comprovado que está diretamente ligada à probabilidade de corrosão e à  taxa de corrosão, mas estudos recentes mostraram também que há relação direta entre a resistividade e a taxa de difusão de cloreto
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Mapeamento das fissuras, informando a localização e as características (espessura, extensão, forma, etc.)
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